"Água? Só na Fatura!" – Cáceres Enfrenta Sede, Conta Alta e Nepotismo Escancarado
O calor em Cáceres está de rachar, literalmente. A energia cai, a água some e o povo… padece. Mas uma coisa é certa: a fatura chega. Vem pesada, sem dó, cheia de taxas e “ajustes” misteriosos. Se depender da autarquia, a única coisa que sai da torneira agora é cobrança. Nem ar tem mais, e se tiver, vai ser medido no hidrômetro e cobrado também. Parece matéria repetida, Guanabara que o diga. Um dos bairros mais sofridos, onde moradores estão tentando furar poços… o povo não aguenta mais. Não sabe à quem recorrer. O silêncio é “ensurdecedor”… Como estamos abandonados.
No meio do caos, uma pergunta não quer calar: onde está a gestão? Enquanto a cidade arde e a população implora por água, a prefeita Eliene parece mais preocupada em manter os parentes bem acomodados dentro da máquina pública. É o “Big Nepotismo Brasil” em edição permanente. E o povo, que votou acreditando em melhorias, hoje sente que foi enganado mais uma vez. Os bairros sofrem.
Nem a Justiça aguentou mais. Foi necessário um empurrão judicial para barrar o aumento de 30% nas tarifas, que a autarquia tentava empurrar goela abaixo da população sedenta. Mas e a prefeita? Ah, ela era a presidente do Consórcio ARIS, responsável pelo aumento na tarifa de água. Sim, tem mais essa que o povo não pode esquecer. O executivo segue inerte, mudo, talvez ocupado demais com a gestão “familiar” para olhar para os bairros que sofrem. Cáceres não precisa de maquiagem de rede social, precisa de água, dignidade e, acima de tudo, respeito.