Cáceres vive uma administração onde a cara de pau virou política pública:
1. A atual gestão tentou de tudo pra barrar a CPI das Obras. Mas quando percebeu que o negócio ia feder, bateu o desespero. O medo de operação policial, algemas e manchetes escandalosas fez muita gente perder o sono. Dizem por aí que tem secretário com dossiê pronto na gaveta e pedido de asilo engatilhado para o Trump.
2. Sem conseguir impedir a CPI, a prefeita foi obrigada a se mexer. Do nada, obras paradas há anos começaram a ganhar poeira nova. Até a obra da feira — símbolo do abandono — voltou a andar.
Não foi vontade. Foi medo de parar na cadeia.
3. E falando em obra, vamos falar de óleo de peroba, porque cara de pau virou estratégia oficial da gestão.
A prefeita Eliene até gravou vídeo como se nada tivesse acontecido.
Obra parada? Abandono? Jamais!
Ela apareceu sorridente, como se tivesse entregando tudo em dia.
E não estava sozinha: até um certo “doutor” que fugiu para o Pantanal pra não ser desafiado por um jornalista apareceu no vídeo do milagre da ressurreição das obras.
Detalhe: com tanto óleo de peroba usado pela gestão, a dúvida agora é se isso foi comprado com licitação… porque, se foi, já viu: vai sumir que nem gasolina de secretaria famosa por “evaporação administrativa”.
4. E vem mais por aí: a prefeitura começou a inaugurar obra sem obra. A nova fase da orla virou série de terror. Só esperamos que não seja mais uma tragédia pra população.
5. E lembra dos asfaltos casca de pastel? Agora, estão tentando disfarçar com quebra-molas que mais parecem valeta de esgoto. Isso porque o dinheiro da drenagem desapareceu no ralo da incompetência. Mas calma, que logo vamos mostrar pra onde foi.
6. Já a água de Cáceres, segue um mistério. A conta chega, às vezes duas vezes por mês, e vem pesada — R$ 800, R$ 1.000… só que a água mesmo não aparece.
É a única cidade onde o povo paga pela promessa da água fantasma.
7. E na educação, a coisa está tão feia que a gente prefere nem comentar por enquanto. Mas o levantamento já começou.
O que dá pra dizer é simples: Cáceres virou referência — de má gestão, de descaso e de propaganda enganosa.