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05/07/2025 - 13:02

BANDIDO TEM AUXÍLIO. FAMÍLIA DA VÍTIMA TEM VELA, CAIXÃO E CONTAS PRA PAGAR.

É isso mesmo que você leu. No Brasil de cabeça pra baixo, o sujeito mata, rouba, estupra e vai preso. A família dele? Recebe salário.
E a família da vítima?
Recebe o quê?
Choro. Luto. Depressão. E o silêncio do Estado.
Enquanto o criminoso dorme com colchão garantido e visita íntima marcada, sua esposa e seus filhos recebem do INSS o famoso auxílio-reclusão: até R$ 1.518 mensais, sem atraso, sem fila, sem humilhação.
Mas a esposa do trabalhador que foi assassinado não tem nem o dinheiro do aluguel. O filho da mulher estuprada e morta não tem nem acesso a psicólogo. A mãe do jovem morto por bala perdida?
Essa aí chora calada, porque não tem tempo nem pra sofrer — precisa trabalhar.
É LEI. MAS É JUSTO?
Os especialistas vivem dizendo:
“O auxílio é para os dependentes do preso. Eles não têm culpa.”
Mas e os dependentes da vítima?
Esses também não têm culpa. E ainda assim, recebem o abandono.
O criminoso recebe tratamento.
A vítima recebe desprezo.
O ESTADO QUE PREMIA O CRIME E CASTIGA O LUTO
Quer um exemplo claro da falência moral do nosso sistema?
O bandido preso tem advogado pago pelo Estado.
A viúva da vítima tem que pagar passagem pra ir até o Fórum.
O filho do preso come na escola, recebe auxílio.
O filho da vítima passa fome.
Isso não é só injustiça.
Isso é crueldade institucionalizada.
CADÊ O AUXÍLIO-VÍTIMA?
Não existe. Nunca existiu. E ninguém tem pressa de criar.
Não dá voto. Não dá manchete bonita. Não tem militante em porta de presídio gritando por isso.
O sistema protege o bandido.
O sistema esquece quem foi destruído por ele.
O BRASIL DE JOELHOS PARA O CRIME
Enquanto a família do preso vive com salário garantido,
a família da vítima vive com antidepressivo e boletos vencidos. Imprimir