02/04/2025 - 13:16 | Atualizado em 02/04/2025 - 22:15
Cala a boca ou apanha?
Cala a boca ou apanha?
Desde que assumimos a redação do Jornal Oeste, há menos de 30 dias, deixamos claro que nossa missão aqui é uma só: defender o povo, principalmente quem mais sofre — servidores, professores, pequenos comerciantes, mães solo, gente que rala o dia inteiro e não tem tempo nem pra respirar, muito menos pra protestar.
Mas parece que mostrar a verdade dói. E dói em quem manda.
Ameaças por todos os lados
Porque mostramos os bastidores. Porque apontamos os podres. Porque colocamos nome nos bois. Já tentaram nos intimidar de todo jeito:
"Vamos encontrar com você num lugar que você não vai gostar…"
"Na rua, se te verem, você vai apanhar."
Processos? Já ameaçaram até cansar.
Mas a gente sabe o que é isso: velha tática de coronelismo barato, de quem manda em Cáceres há mais de 20 anos e não aceita oposição. O roteiro é o mesmo: intimidar, ameaçar, processar. Foi assim com todo mundo que tentou romper o ciclo. Por isso a cidade tem medo. Por isso ninguém fala.
Medo que paralisa
Aqui, quem ousa levantar a voz é punido:
Comerciante é despejado.
Servidor é exonerado ou transferido.
Contratado é deixado de lado.
A máquina é construída pra isso: manter o povo calado, oprimido, enganado e dependente de migalhas.
Fim da política de aparência
Nas redes, nos outdoors e nas entrevistas ensaiadas, Cáceres parece a Suíça. Tudo é bonito, bem pintado, arrumado. Mas a realidade é outra:
Somos uma das cidades mais pobres do Mato Grosso.
Nossos jovens estão indo embora, se entregando ao tráfico e à marginalidade por falta de qualquer perspectiva.
Pontes e Lacerda e Cuiabá viraram abrigo de cacerenses que só queriam trabalho e dignidade.
Essa mentira acabou. Aqui, neste jornal, a verdade vai aparecer nua, crua e feia como ela é.
A farra do marketing
Vamos investigar a fundo os investimentos milionários em marketing da Águas do Pantanal. Um detalhe nada pequeno: A mesma empresa que cuida do marketing da ARIS, presidida por Eliene, também fez o marketing da campanha da Eliene. Como é que se separa propaganda institucional de propaganda eleitoral? Simples: não separa. Mistura tudo. E a população paga a conta.
A feira do abandono
A obra da feira virou palanque de domingo, com trabalhador servindo de figurante pra vídeo bonito de campanha. Depois da eleição? O povo foi deixado a ver navios. A feira virou lama, virou caos, virou exemplo do que essa gestão faz: promete pra ganhar voto, abandona depois que vence.
📢 Se você também foi ameaçado, se sentiu injustiçado ou enganado, mande seu relato para: 📩 redacao@jornaloeste.com.brImprimir