Racha exposto
Em MT, a campanha mal começou e os aliados já estão fazendo o trabalho da oposição, e com dedicação de quem ganhou hora extra! Tem racha partidário, candidato proibido de subir em palanque e pesquisa eleitoral virando UFC de terno e gravata. Se continuar nesse ritmo, vão precisar contratar juiz, VAR e talvez até psicólogo para os diretórios.
No pelotão da frente
Enquanto o PL abre a janela e joga roupa suja na rua, Irajá segue no pelotão da frente, pedalando enquanto os outros ainda discutem quem trouxe a bicicleta. Já Dr. Leonardo está procurando uma brecha na tabela para respirar, porque do jeito que a pesquisa anda, daqui a pouco vai precisar de binóculo para enxergar o próprio nome.
Disputa acirrada
E no Senado a coisa também engrossou: Janaina Riva encostou em Mauro Mendes e deixou a disputa mais apertada que porteira de curral velho. O caboclo mal abre de um lado e já tem candidato entrando pelo outro. E olha que ainda falta chão até a eleição! Nesse ritmo, Mato Grosso vai eleger candidato, perder amizade e gastar toda a pipoca antes mesmo de chegar o primeiro turno!
Ninguém pagando o pato
Em Cáceres, a prefeitura achou o vilão perfeito: o e-Social. O atraso no FGTS que gerou multa de R$ 1.600,02 virou "falta de treinamento" - ninguém errou, o sistema é que é complicado. A coordenadora responsável saiu ilesa, o processo foi arquivado e a prefeita não aparece uma linha sequer no episódio. Já a outra dívida do caso, com a Imprensa Nacional, foi direto pra execução fiscal, esperando alguém pagar a conta. A falha foi reconhecida pela prefeitura, já a conta, como sempre, ficou para o município.
Pegando fogo
Entre racha partidário, candidato proibido de subir em palanque e pesquisa eleitoral virando ringue, Mato Grosso está mostrando que campanha por aqui não precisa nem de oposição: os próprios aliados fazem o serviço completo.
Enquanto o PL lava roupa suja em praça pública, Irajá segue na frente nas pesquisas e Dr. Leonardo procura uma brecha pra sobreviver. No Senado, Janaina já encostou em Mauro, botando fogo no páreo. E em Cáceres, a prefeitura mostra que dá pra errar, jogar a culpa no sistema e ainda repassar a conta pro município. Entre palanque, pesquisa e prefeitura, o circo tá armado. Tamo de olho, gurizada!