Em sua primeira eleição, em 2010, Pedro Taques (PSB) declarou patrimônio de R$ 972,9 mil. Quatro anos depois, quando foi eleito governador de Mato Grosso, informou cerca de R$ 1 milhão em bens. Agora, na disputa pelo Senado em 2026, declarou R$ 360 mil à Justiça Eleitoral, valor cerca de 64% menor que o registrado em 2014. O patrimônio atual está concentrado em cotas do escritório AFG & Taques Advogados Associados.
O contraste aparece no primeiro suplente, Carlos Augustin, o Teti (PSB), que declarou R$ 46,1 milhões em bens, mais de 128 vezes o patrimônio de Taques. A relação inclui fazendas, imóveis, aplicações financeiras e participações em empresas. Já a segunda suplente, Guelda Andrade (PT), informou não possuir bens a declarar à Justiça Eleitoral.