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15/05/2026 - 09:55

Professora da Unemat participa de debate sobre saúde e direitos LGBTIA+ em Cáceres

Por Hemília Maia/Unemat

Banco de Imagens Magnific

 (Crédito: Banco de Imagens Magnific)
A articulação entre os movimentos sociais e a expertise acadêmica pauta a mesa-redonda "Saúde e Direitos: Desafios da População LGBTIA+ no Território", que ocorre nesta quinta-feira (14), às 13h30, no auditório da Faespe, em Cáceres. O evento é organizado pelo Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH/Setasc) em parceria com o Ambulatório Municipal "Samantha Armando Lima da Silva".

                                      
A professora doutora Luciene Neves Santos, do quadro de docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), é uma das convidadas para a mesa temática que discutirá a garantia de direitos e o enfrentamento às violências. Luciene participa do encontro como representante do Movimento LGBTI+ de Cáceres e da APOLGBTQIA+ de Mato Grosso.

A presença da pesquisadora exemplifica como o conhecimento produzido na Unemat atravessa os muros da universidade e qualifica o debate público. Com doutorado em Educação e foco em relações de gênero, a trajetória de Luciene oferece suporte técnico às reivindicações por políticas de saúde mais humanizadas no interior do Estado.
 
Programação 

O encontro marca os três anos de funcionamento do Ambulatório Municipal voltado à população LGBTQIA+. A programação inclui discussões sobre saúde mental, crimes de homofobia e a importância da rede de proteção intersetorial no Sistema Único de Saúde (SUS).

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas online.

Serviço

Evento: Saúde e Direitos: Desafios da População LGBTIA+ no Território
Data: 14 de maio de 2026
Horário: das 13h30 às 17h30
Local: Auditório da Faespe, Cáceres-MT
Inscrições: Acesse o formulário oficial

Comentários

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2 comentários

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  • por Avrogado, em 14.05.2026 às 15:00

    Existem crimes praticados por motivação homofóbicas. Porém, com exceção da motivação, os crimes já estão tipificados e devem ser aplicados. Quanto ao atendimento privativo para essas pessoas, causam mais problemas que solução, pois o SUS já é deficitário e se houver mais uma divisão, certamente haverá o privilégio ou ao menos o sentimento de privilégio para uma das partes, o que vai causar mais divisão. Bom se a divisão for objetivo da organização do evento, certamente terão sucesso.

  • por Jully Gay , em 14.05.2026 às 13:43

    Perguntar não ofende? Os direitos não são iguais segundo a constituição Federal do Brasil. Ou eu li de forma errônea!

 
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