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06/05/2026 - 11:51 | Atualizado em 06/05/2026 - 17:49

Ex-secretária de Saúde de Cáceres é presa em operação contra tráfico e lavagem de dinheiro

Por gazetadigital

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 (Crédito: gazetadigital)
Silvana Maria de Souza, ex-secretária de Saúde de Cáceres (225 km ao oeste de Cuiabá), foi presa na manhã desta quarta-feira (6), durante a Operação Baca para cumprir ordens judiciais contra membros de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Cuiabá e Cáceres.

Ela é ex-secretária da gestão do prefeito Francis Maris (PL). Atualmente, Silvana ainda atua na Secretaria de Saúde da cidade, mas na coordenadoria de Planejamento, Convênios e Serviços de Regulação. A reportagem do logo-thumb Ex-secretária de Saúde de Cáceres é presa em operação contra tráfico e lavagem entrou em contato com a prefeitura da cidade, mas não obteve retorno.
 
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificaram movimentações financeiras atípicas dos membros do grupo criminoso, que estão ligadas ao tráfico de drogas.
 
Na operação, são cumpridas 6 ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão domiciliar e dois bloqueios de contas bancárias.
 
“Esta fase da operação tem como objetivo central a desarticulação do núcleo financeiro da organização criminosa, atingindo diretamente a estrutura econômica que sustenta as atividades ilícitas”, explicou o delegado André Rigonato.
 
No âmbito patrimonial, foi determinado o bloqueio de contas bancárias dos investigados, com foco em interromper o fluxo financeiro ilícito, evitar a dissipação de ativos e assegurar a efetividade das apurações.
 
As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de novos envolvidos e na adoção de outras medidas judiciais.
 
Investigação

Durante as investigações sobre a atuação de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas, a Polícia Civil identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada, como depósitos fracionados em espécie, transferências sucessivas entre contas e ausência de comprovação da origem dos valores.
 
As apurações identificaram, na primeira fase da operação, 22 investigados com indícios de envolvimento no tráfico de drogas e movimentações financeiras atípicas para lavagem de dinheiro. 20 deles já respondem pelos crimes. Os outros dois ainda não tinham sido responsabilizados.
 
O levantamento financeiro apontou os dois alvos da operação movimentaram mais de R$ 1,6 milhão, evidenciando a atuação estruturada do grupo na ocultação e dissimulação de recursos oriundos do tráfico de drogas.

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2 comentários

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  • por Paulo, em 07.05.2026 às 14:54

    Concordo contigo Paulo Renato

  • por Paulo Renato , em 07.05.2026 às 11:07

    Tem que hora que penso contra a minha vontade. Mas não está na hora de legalizarem essas porcarias que muitos adoram consumir. Assim haveria concorrência, diminuiria o preço e os governos de plantão arrecadariam mais e os coitados vítimas dos usuários passariam a ser empresários.

 
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