O Supremo Tribunal Federal confirmou que o Governo de Mato Grosso não pode manter cargos jurídicos fora da Procuradoria Geral do Estado.
A decisão foi publicada no Diário Oficial e reforça a centralização das funções jurídicas no órgão oficial.
O caso trata da ADI 7661, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes, que questiona leis estaduais sobre o tema.
O STF rejeitou parte dos recursos e aceitou apenas correção técnica em artigo da Lei 7.270/2000.
Com isso, cargos paralelos devem ser extintos e só atuar de forma excepcional sob supervisão da PGE. A Corte também validou atos anteriores à decisão para evitar insegurança administrativa.