De acordo com análise de Romilson Dourado do site RD NEWS que é jornalista há mais de 20 anos em Cuiabá publicada no último dia 13 de janeiro, nenhum partido de MT elegerá 3 ou mais deputados federais, únicas vezes em que 1 sigla garantiu 4 foram em 1982 com MDB e, 2022, com PL. Parte inferior do formulário
Mesmo com a expectativa de nenhum partido ou federação política em Mato Grosso garantir três ou mais cadeiras à Câmara dos Deputados em 2026, por conta do alto quociente eleitoral exigido e da fragmentação das chapas, o advogado Irajá Lacerda (PSD) aparece entre os nomes mais cotados para a disputa federal no estado.
Segundo análise publicada nesta semana, as eleições à Câmara Federal no estado tendem a resultar na conquista de apenas uma ou duas cadeiras por legenda, já que as chapas terão de atingir um teto elevado de votos para alcançar o quociente eleitoral necessário.
Nesse contexto, Lacerda — vice-ministro no Ministério da Agricultura e Pecuária e destacado pelo PSD na corrida por uma das vagas — tem sido colocado entre os nomes mais competitivos, ao lado de outros prováveis candidatos que buscam representar o eleitorado mato-grossense nas urnas.
O levantamento mostra que a necessidade de votos elevados para garantir cadeiras federais acaba diluindo as chances de legendas maiores repetirem o desempenho de 2022, quando algumas siglas chegaram a eleger três deputados pelo estado.
A avaliação dos bastidores políticos reforça que a disputa em MT será fragmentada, valorizando o desempenho individual de pré-candidatos como Irajá Lacerda, cujo nome tem ganhado atenção nos cálculos eleitorais de alguns analistas.