Festa da virada
Convênio “de grátis”, mas a soma dá pirueta. No papel sobra, no cofre some. Dinheiro ligeiro, igual boi em pasto alagado. "Prancho".
Luz para “inglês ver”
Pisca-pisca forte, bolso fraco. Trabalhador esperando pagamento no escuro. ‘Cortina de fumaça grossa’, só cego não vê. "Sóooco".
Virada do Aperto
Festa cara, estrutura barata. Quatro mil pessoas e quatro banheiros: coragem intestinal. Promessa cheia, entrega murcha. Cadê os fiscais do contrato desse recursos? Será que na planilha tem mais banheiro?
Na Surdina, na “caladinha da noite”
Enquanto o galo roncava, a Câmara farejava. No miudinho, acharam o trem torto.
Cascalheira comprada no escuro, R$ 850.000,00 sem licitação e sem vergonha. "Vôôôte Cobra".
Piche Prometido, Meme Entregue
Prometeram asfalto, entregaram chacota. Rua parece peneira, só buraco. Antes de rir do povo, pisa no piche. Tome tento Dr. Leonardo. Fale e cumpra, para de fazer gracinhas. Política é coisa séria, o senhor não sabe?
Asfalto Sonrisal: Caiu na Chuva, Sumiu
Foi só cair água que o piche derreteu. Virou mingau ralo e farinha de pedra, afunda até pensamento. Serviço no estilo “me engana que eu gosto”. É disso, Doutor, o senhor tem de falar, é isso que o senhor deve explicar, não fique fazendo brincadeira com coisa séria. “Tô fora”.
A farra continua nas terceirizadas
Contrato samba, prefeita faz a sua dancinha sem graça, fiscal dança junto. Encargo some, depósito vira lenda. Trabalhador no Deus-dará. “Sartei de banda”.
Praça da Feira: Brilha… A obra que não termina
Inauguraram, mas esqueceram da luz. Fio enrolado que nem tripa em varal. De 1,9 milhão foi pra mais de 3 e nada de acabar. Virou um novo estilo de inauguração de obras aqui em Caceres: a exemplo do Didi Profeta, a feira inaugurou, mas foi só tirar as faixas e o falatório que veio a equipe dos reparos para consertar o rastro de problemas estruturais que as empresas deixam pra trás. É telhado com furo, porque não imaginaram as chuvas... é fio descascando porque não imaginaram a adedquação e sua utilização, entre outros... obras finalizados estilo Eliene: "Canhâim"
Rodoviária no Modo Sobrevivência
Aquilo não é terminal, é um desafio. Terminal mesmo é o estado da rodoviária. Chove dentro, mato por fora e por dentro, banheiro sujo, fedido. Espanta até corajoso. Fiscal perdeu o ônibus e a vergonha.
UPA a "Deus-Dará"
UPA cheia, médico em falta. Eram quatro, aparece dois pingados. Gestão perdida, caos de plantão. Cadê o Secretário?
Abandonar aos poucos ou de uma vez
Diante de tanto caos e a cidade à deriva, dizem que Eliene vai abandonar o executivo e surfar na possibilidade de se candidatar à deputada estadual. Para isso a prefeita teria que abandonar o leme e deixar a prefeitura, já “pe pé”, nas mãos do vice que ninguém confia nem pra segurar o guarda-chuva. Depois de denúncias pipocando e uma incompetência latente, que grita mais alto que trio elétrico, fica a pergunta: vai mesmo abandonar o barco ou só fingir que tá remando? E pros cacerenses, o que sobra: o adeus em prestações, como vem fazendo, ou o salto de uma vez, do jeito que tão cochichando nos corredores? "Simbora, na dancinha e memes da vergonha".
Resumo do banzé
Terminal rodoviário largado, segurança em modo avião e infraestrutura capengando: chove dentro, chove fora. Obra inaugurada no gogó, fiscalização no sussurro: terreno sem licitação, terceirizada sem rédea, mato fazendo moradia. Centro com pedras “afiadas”, esgoto a céu aberto e sem manutenção. O cacerense lembra que governar é a chamada à responsabilidade, afinal, não é terceirizar as promessas nem passar o volante a um vice sem carisma, voto ou credibilidade.