Cáceres no “anda-não-anda”
O trem tá feio, mas o sarcasmo tá tinindo. Eita, meu patrão, que pelas bandas do Laranjeiras 2 o cabra saiu do “sem ponte pra atravessá” pro “sem busão pra chegá”, com essas latas-velhas mais tremendo que carroça de porco magro. A chefia da secretaria de educação fica muda, parecendo piau em água parada, enquanto o povo se pergunta se vão ter a coragem de pedir voto rodando em estrada que mais parecem queijo suíço. Na mesma secretaria, dizem que o tal seletivo virou “seletive-se, mas só se for amigo do amigo”. E os uniformes 2025? Tão igual promessa de pescador: só aparece no conto. Ano acabando e ainda não entregaram tudo, talvez tenha se tornado automóvel: ano 2025, modelo 26. E o comandante da pasta? Oxente… mais grosso que toco de aroeira e ainda querendo que o professor diga “amém”.
TCE-MT Puxa a Orelha: “Fila de Creche Não É Rodeio”
O TCE-MT achou a educação infantil mais atrapalhada que jegue tentando dançar quadrilha. A criançada tá na fila de creche igual feijão no fogão: esperando ferver, mas nunca chega a vez. Plano de expansão? Tem gestão que confunde com plano de expansão da barriga no churrasco. Transparência????? Parece que passa, mas ninguém enxerga nada. Aí o Tribunal não aguentou e mandou: “Ou ajeita esse trem, ou vamos ter que dar curso de organização até pro relógio da praça!”
Feira do Milhão: Começou magrinha, engordou 3 vezes e ainda faz a Prefeita rebolar no prazo
A feira iniciou com 1,9 milhão, já passou dos 3 e continua mais enrolada que fio de varal em dia de ventania. Cada visita vira aditivo e dancinha da Antônia, cada promessa muda a data, e a inauguração só aparece no discurso, nunca no portão. A dancinha diária: anuncia, reanuncia, rebolaciona, mas entregar que é bom… nada. Virou circo, com preço subindo como pipoca quente. E a dúvida do povo não muda: vai inaugurar algum dia ou contínua só no passinho do “aumenta mais um pouquinho”? Faltam 5 dias para o último prazo... e não adianta entregar “daquele jeito...” meia boca e chororô... Com um bando de puxa sacos ofertando lencinho pra “abafar” as lágrimas. A gente quer resultado efetivo e obra de boa qualidade.
Reposição do salário da enfermagem?
Prometeu, apertou mão, piscou olho e sumiu igual sombra de coqueiro ao meio-dia. O “olha nos meus olhos” virou trocadilho: olha sim, paga não, enrola e embala. A amiga véia deu o bote, ligeira que nem cobra no capim, deixando todo mundo patinando no asfalto. Reajuste virou piada pronta: sobe na fala, desce na ação, e evapora na caneta. No tabuleiro político, os enfermeiros e técnicos são peões, e ela é rainha do “passa perna e dança a dancinha do faz-de-conta”.
UBS agora com atendimento turbo: mais espera, menos gente atendida!
Achou que já demorava demais? Relaxa, vai piorar! Agora as consultas vão sumir mais rápido que médico em plantão. Filas intermináveis viram programa de resistência, e a população vira número de loteria. Saúde pública em modo ‘economia criativa’: o riso é livre, a consulta… nem tanto.
Cunhadão mais blindado que o caveirão do Rio de Janeiro
Entre notas fiscais suspeitas e denúncias que pipocaram, o super secretário-cunhadão segue firme no cargo e a prefeita parece dirigir com ré engatada. Será que só falta o flagrante em vídeo para o desligamento? Para cidadãos comuns, a exoneração seria instantânea, PAD sob PAD, mas sendo familia, segundo denúncia, foi tanque cheio e fiscalização suave, afinal, segundo o poderoso chefão: Família é família... dinheiro do povo é combustível, mas aqui, segundo a denúncia, virou gasolina para nepotismo! Agora, vereadores denunciam obras de qualidade no ginásio recém inaugurado... A tinta vermelha já está se deteriorando... Mais um feito do super secretário de Esporte? Eita cunhadão bom de serviço... Cadê o fiscal da obra? Quem é o responsável? Será que vamos novamente assistir ao famoso remendópolis? Simbora...
Prefeita do Verde, Secretaria de meio ambiente sem secretário por mais de 2 anos
Ah, Cacerense, vamos aplaudir a prefeita que ama tanto o meio ambiente e dizem que deixou a secretaria respirar livremente… sem secretário por mais de dois anos! Será que ela pagou salário ou não para o secretário ir pescar? E olha que não estamos falando de um peixinho de aquário, não: são R$ 13 mil por mês... Talvez isso não tenha acontecido, mas é necessário dizer claramente se ele recebeu sem trabalhar ou não? Antônia Eliene, não precisa fazer o tradicional espetáculo de chorinho para sensibilizar o povo, basta responder: Pagou ou não do dinheiro público pra ele não trabalhar? É uma pergunta direta que muitos querem fazer. Basta responder, afinal trata-se de dinheiro público.