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18/11/2025 - 08:15 | Atualizado em 18/11/2025 - 17:33

DIRETO DA FONTE - Só não vê quem não quer!

Por A REDAÇÃO DO JORNAL OESTE

Olha o perfume...

A cidade afunda no esgoto enquanto a gestão completa cinco anos culpando terceiros e fazendo dancinha para acalmar o povo. Obras parecem preferir o Nordeste. O Rio virou depósito de esgoto e buracos disputam espaço com obras paradas. Planejamento não existe, cuidado com o patrimônio virou desculpa. Será que o mar do Instagram é mais fácil de encarar que a realidade daqui?

Transporte Escolar? Só tem marcha à Ré

Os ônibus da roça tão mais cansados que boi de canga, e aluno virou peão de caminhada bruta.  A Prefeitura  enrola  igual  porco  fugindo  de  cerca,  e  a frota nova só existe no “conto do vigário” da campanha. Posar de gestora é mais importante que levar criança à escola viva e inteira?

Pontes da área rural, com ou sem emoção?

Moradores do Vale do Mangaval, Ipê Roxo, Laranjeiras e outras comunidades rurais atravessam a Ponte da Quase-Queda como se estivessem em parque de diversões radical grátis. Ônibus escolar? Manobras de fé. Reforma prometida? O motorista sempre pergunta: Com emoção ou sem?  Simbora... Cadê as aduelas?

Tô Fora Dessa, Amiga Véia!

Prefeitona arrojada, tentou gastar R$ 360.000,00 terceirizando serviço corriqueiro da Procuradoria. Justiça suspendeu, lembrando que pagar R$ 30.000,00 por mês em coisa comum é brincar com dinheiro do povo.  Eita puxão de orelha bem dado.

Remendex, Remendópolis ou Remendolândia?

No Massa Barro, a espera foi de mais de vinte anos, o asfalto, no entanto, três meses apenas e já derrete na primeira garoa. Remendex, remendópolis, carnaval de cola quente. Acreditem, apenas três meses depois: barro, buraco e vergonha. Dinheiro público? Sumiu junto com o asfalto. Afinal, asfaltou ou não?
Resumindo: Era chão batido, depois passaram lama asfáltica de farinha, depois rasgou a casca de ovo e o chão batido agora está cheio de buraco.  Sartei de banda...

“Ôxe, e cadê a tal da licitação, meu povo?”

Num é por nada, mas a licitação sumiu igual galinha assustada, será que esqueceram o edital no fogão ou pularam a lei? A Prefeitura desembolsou R$ 854.000,00 num show de dupla sertaneja, e a gente aqui só perguntando: “Uai, transparência foi pescar e não voltou?” Esse dinheiro não dava pra arrumar máquinas ou ajustar o piso atrasado dos enfermeiros e técnicos desde 2023? E o famoso “olha nos meus olhos” que confiaram... de novo.
 
Prescrição? Ah, minha fia, até o cheiro do angu sumiu…

Justo agora o rolo do IBGE prescreve, bem quando aparece no meio da história um caboco que já foi vereador em Cáceres e anda agarrado na aba da gestão? O povo comenta que a justiça andou tão devagar que até jabuti cansou de esperar. No fim, ficou tudo mais sumido que promessa de político em ano ímpar, sô.

Praça da Feira: Agora Vai… ou  vai simbora...?

Tá lá a obra da praça da feira, que era pra ser ligeirinha, mas virou novela mais comprida que discurso de candidato. Dizem que já levou tanto aditivo que, se fosse remédio, matava até gripe de passarinho. A obra iniciou-se em 1,9 e já beira os 3 milhões de reais. A gestora jura de pés juntos que entrega até o fim do mês, mas promessa ali já tem mais rodagem que carro de feira. E aí, meu povo, será que agora vai (de novo)?

Cuiabá Espirrou, o Estado Inteiro Gripou

“Ô povo, o trem da gripe pulou de 115 casos em 2024 pra mais de 1.200 em 2025, e num foi pouca coisa não, foi um estouro de mais de mil por cento. Criança e idoso levaram a pior, muito por causa do povo que andou vacinando pouco demais. E ó: isso aconteceu em Cuiabá, mas é recado pra todo o estado abrir o olho e se picar da vacina antes que o bicho pegue.” Vamos nos preparar.

Caramujo: Buracos e Lama

A obra chega mais atrasada que matuto em dia de feira, tropeçando na lama que criou, enquanto  o povo  assiste às  máquinas  no  “malabarismo de trator”.     No primeiro mandato, o serviço foi esquecido e o remendo virou tradição: choveu, nasceu a “lagoa comunitária”. Prefeita, o Caramujo vai virar aquário público ou as máquinas finalmente vão ralar como nas fazendas dos ricos? Na eleição passada, mesmo o vice sendo de lá, pelo trabalho que fez, ou deixou de fazer, levaram “pau”. Fica a dica.

Gestão Ambiental em Xeque

Na abertura do evento da Cop da Pantanal, a gestora disse proteger o meio ambiente, mas na verdade,  a secretaria de meio ambiente da cidade ficou mais órfã que árvore em desmatamento, no mandato passado.  Sem comando,  sumiu igual peixe fora d’água. Diz a prática que às vezes nem comandante tinha, e a cadeira vazia virou verdadeiro sumidouro de secretário e de salários. A secretaria estava protegendo a madeira, mas da própria cadeira do secretário que não ia trabalhar. Proteger biomas é lindo, mas onde esteve o secretário naquela época? Será que ele recebia nosso dinheiro? Ou ganhou até sem plantar uma árvore?  Simbora...
 

Comentários

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3 comentários

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  • por Marcio De Oliveira, em 24.11.2025 às 14:47

    Ana Julia, exatamente isso q estava analisando, já não era bom e ainda piorou

  • por Eleitor de Cáceres, em 24.11.2025 às 14:42

    o Meio ambiente esta funcionando sim. Os lotes urbanos todos sujos de mato. Se Quiser um exemplo na rua Das nove Horas esquina com a Rua Das violetas tem um até cheio de arvores, cheio de caramujos está imundo de sujeira, deve ser uma reserva ambiental urbana. Vocês da reportagem poderia ir lá na prefeitura saber porque os terrenos urbanos não são limpos? será que existe uma explicação?

  • por Ana Julia, em 24.11.2025 às 11:29

    Gonzaga fazia coluna melhor! Muito confuso e muita viagem!

 
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