Uma moradora de Cáceres denunciou um grave caso de descaso durante a transferência de uma paciente operada da bacia em Várzea Grande. O pedido de ambulância foi feito às 15h, mas somente às 19h30 o veículo deixou o hospital — em condições precárias e sem segurança para o trajeto.
Segundo o relato, a ambulância não tinha ar-condicionado, a porta não fechava, o tanque estava na reserva e o motorista chegou a correr a mais de 100 km/h, freando bruscamente ao longo do caminho. A acompanhante precisou se segurar para não cair sobre a paciente, já que não havia assento adequado. A enfermeira presente, além de demonstrar insatisfação, teria tratado a paciente com desprezo e discriminação pelo seu peso.
“Foi um absurdo. Nunca me senti tão humilhada. Não sabia se ficava aliviada por chegar na cidade ou desesperada pelo risco que corremos”, relatou a acompanhante. O caso expõe a negligência com pacientes em situação de fragilidade e reforça a necessidade de fiscalização urgente sobre o transporte de saúde em Mato Grosso.
Como a ambulância nao tinha ar condicionado e melhor ficar com a porta e janela aberto pra entra o ar para refrescar o paciente numa velocidade de 100 km pra dar mais refrescancia