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29/07/2025 - 10:36

Jovem brasileiro denuncia que foi enviado à linha de frente da guerra na Ucrânia sem consentimento

Lucas Felype, natural do Paraná, afirma ter sido forçado a atuar em combate após promessa de vaga na área de tecnologia militar.

Por Redação Jornal Oeste

A guerra na Ucrânia ganha contornos ainda mais sombrios com a denúncia de Lucas Felype, jovem brasileiro que usou suas redes sociais na última sexta-feira (25) para relatar ter sido transferido à linha de frente do conflito sem seu consentimento. Natural de Francisco Beltrão, no Paraná, Lucas se alistou voluntariamente para integrar as forças ucranianas, acreditando que atuaria no setor de tecnologia, com foco em drones de guerra.
Mas o que era para ser um apoio técnico à distância, transformou-se, segundo ele, em um pesadelo em campo de batalha.

De drone a fuzil: a mudança forçada
Lucas chegou ao território ucraniano em julho com a expectativa de operar remotamente sistemas tecnológicos. No entanto, afirma que foi gradualmente deslocado para funções de combate. Agora, encontra-se em Kharkiv, uma das áreas mais violentas e bombardeadas do front.

A justificativa oficial seria de que o remanejamento faz parte de um “treinamento militar”, mas o jovem contesta: “Não vim aqui para pegar em armas. Me prometeram uma função técnica. Agora sou obrigado a entrar em combate”, declarou em vídeo publicado no Instagram, onde é possível ouvir sons de tiros e explosões ao fundo.
Apelo nas redes e silêncio das autoridades

Nos vídeos, Lucas também faz um alerta contundente a outros brasileiros: “Não venham. Não se alistem sem saber o que realmente acontece aqui. Se eu sumir, vocês já sabem.” Ele diz ter procurado a Embaixada do Brasil em busca de auxílio, mas foi informado de que o governo brasileiro não pode intervir em voluntários que se alistaram em conflitos internacionais.
Família em alerta e precedentes preocupantes

A família de Lucas está acompanhando o caso e busca atualizações sobre sua segurança. O episódio reacende o alerta sobre os riscos enfrentados por brasileiros que se voluntariam para a guerra, em um cenário já marcado por relatos de desaparecimentos e mortes de estrangeiros no leste europeu.

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5 comentários

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  • por Sidnei Martins Neves, em 31.07.2025 às 08:47

    Quem Entra na chuva e pra se molhar, na guerra nao tem trabalho especifico e onde mandar, se foi achando que estava tirando férias, perdeu. Se quiser rever sua família, da um jeito de voltar pro Brasil.

  • por Manuela , em 30.07.2025 às 09:35

    Cada um mais doido que outro . Nem sei quem é mais alucinado nessa história. Se é o valente voluntário de guerra ou o Lucas com suas fantasias anti bozo e pro ex presidiário. Mas tudo bem, cada maluco com suas fantasias faraônicas até dar merda e começar o choro.

  • por lucas, em 30.07.2025 às 06:47

    Oxi, agora deu mesmo hein, o cara é brasileiro loko pra ir pra guerra e acha mesmo que os caras vão perguntar pra ele se ele quer ou não ficar na linha de frente? Meu amigo quem não patriota são os adeptos da seita maldita bolsonarista, tome vergonha na sua cara e volte para o seu país, seu mané, quer fazer história? Procure a Universidade do Estado de Mato Grosso, passe no vestibular e curso, simples assim kkkkkkkk

  • por Fora holsonaro e Lula., em 29.07.2025 às 19:56

    Pois eh, quem sai na chuva é pra se.molhar vc se alistou porque quiz e agora tem que segurar o peido. Sempre falo entar em briga dos outro só da pra cabeça.

  • por Aguibera / Sam Matias - Bolívia , em 29.07.2025 às 11:19

    Sempre escrevo: Esse negócio de querer aparecer demais sempre dá pra cabeça. Depois não vai dizer que Santo Antonio não avisou. Essa turma do Brasil se acha ... querendo ser voluntários em guerra .

 
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