Sistema de saúde desaba enquanto prefeita Eliene faz propaganda de obras e ignora dor do povo
Enquanto a prefeita Eliene Liberato posa para fotos em inaugurações e grava vídeos em obras inacabadas, a população grita — e não é de alegria. É de dor. Dor como a de Eliane Alves, moradora de Cáceres, que desde janeiro deste ano espera por uma consulta com ortopedista. Isso mesmo: 6 meses de espera e nada de atendimento.
“Eu tô pra perder meu joelho e até agora nada. Já fui no postinho, já fui na central de regulação, já liguei, já chorei... mas ninguém resolve. Até quando a gente vai ser tratado como lixo?”, desabafa Eliane.
Essa é a Cáceres real. Não a da propaganda oficial.
Dor invisível e silêncio do poder público
A situação de Eliane não é isolada. No Jardim Padre Paulo, Vila Irene, Santos Dumont e Cidade Alta, moradores enfrentam o mesmo descaso. Gente que precisa operar, fazer fisioterapia, colocar prótese — e só escuta promessa vazia.
O caos na ortopedia é só a ponta do iceberg. Faltam especialistas em várias áreas, inclusive ginecologistas, psiquiatras e pediatras. A fila anda? Não. A fila paralisa. E quem sente na pele são os mais pobres, os mais vulneráveis.
R$ 13 milhões para pavimentação, mas zero para ortopedia?
A ironia dói tanto quanto o joelho de Eliane: a Prefeitura de Cáceres recebeu R$ 13 milhões em recursos federais para obras de pavimentação, e agora está sendo auditada pela CGU. Mas para contratar médicos ortopedistas, não tem dinheiro?
A gestão Eliene já deixou claro onde estão suas prioridades — e a saúde do povo não está entre elas.
Acorda, Cáceres!
Quantas Elianes vão precisar gritar de dor até que algo mude?
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