A gestão municipal de Cáceres escancara, mais uma vez, suas prioridades equivocadas. Enquanto contratos milionários com tendas e eventos chamam atenção da população e do Ministério Público, a educação básica — que deveria ser a prioridade de qualquer governo sério — sofre com o abandono e o descaso.
Segundo denúncias do vereador Cézare Pastorello, a Prefeitura não cumpriu o mínimo constitucional de 25% de investimento em educação, conforme exige o artigo 212 da Constituição Federal. Isso não é apenas um erro técnico — é uma violação legal grave e um desrespeito direto às crianças, professores e famílias cacerenses.
📉 Menos investimento, mais precariedade:
Sem o investimento mínimo, as escolas ficam sucateadas, os professores desmotivados, e os alunos entregues à própria sorte. Faltam materiais, estrutura, merenda adequada e, principalmente, vontade política.
💸 Dinheiro tem, falta gestão:
Enquanto a educação é esquecida, a Prefeitura gastou mais de R$ 650 mil com aluguel de tendas — dinheiro suficiente para reformar escolas, comprar kits escolares ou garantir formação de professores. A pergunta que não quer calar é: quem está lucrando com o caos da educação em Cáceres?
🔍 Improbidade administrativa à vista?
Se confirmada a infração, a Prefeitura pode ser responsabilizada por improbidade administrativa, o que pode resultar em bloqueio de verbas, punições judiciais e sanções à prefeita Eliene.
📣 A sociedade não pode se calar:
Cáceres precisa reagir. Não se constrói um futuro investindo em lona e tapete vermelho, enquanto as salas de aula desabam. Educação não é gasto — é investimento. E descumprir esse dever é uma ofensa à nossa história e à inteligência da população.