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14/01/2022 - 10:24

Eliene diz que não pretende exigir comprovante de vacinação para matrículas de crianças de 5 a 11 anos

Por Sinézio Alcântara

Expressão Notícias

 (Crédito: Expressão Notícias)
Se as matriculas da rede municipal de ensino começassem hoje, em Cáceres, não haveria a obrigatoriedade de apresentação de comprovante de vacinação contra o covid para alunos de 5 a 11 anos. A prefeita Eliene Liberato Dias, diz que a intenção será respeitar a decisão dos pais.

    “Ainda é prematuro afirmar. A princípio, nossa intenção não será impor a apresentação do comprovante de imunização, mas sim respeitar a decisão dos pais dos alunos. Mas, isso vai depender da situação até o início das matrículas no início de fevereiro” afirma.

     O Ministério da Saúde anunciou a inclusão de crianças no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Porém, destaca que a imunização da faixa etária de 5 a 11 anos não será obrigatória. A gestora cacerense pretende seguir essa orientação.

     Eliene informou que, ainda nesta semana, provavelmente, hoje as secretárias Liamara Rodrigues (educação) e Elis Fernanda de Melo Silva (saúde) estarão se reunindo para melhor avaliar a situação. E, posteriormente, a administração irá divulgar uma Nota Técnica sobre a decisão.
 
     A prefeita diz que, embora a situação seja preocupante, devido ao avanço da pandemia, o município vem adotando todas as medidas necessárias de biossegurança e, mantendo a quadro sobre controle. “Sabemos que a situação é preocupante. Mas, estamos mantendo a situação sob controle” garante.

     Em todo país, ao menos 19 estados, mais o Distrito Federal, dizem que seguirão o posicionamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e não vão exigir pedido médico para a vacinação contra a Covid-19 de crianças entre 5 a 11 anos.

      São eles: Acre, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.

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8 comentários

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  • por Ilma Sampaio, em 18.01.2022 às 08:13

    O que está difícil para entender senhora Marina Vicente é até quando vão inventar modas para voltar ao trabalho como a maioria dos trabalhadores, Volte pelo menos pra fazerem uma greve... nem pra isso vcs não tem mais ânimo. Ho doença cruel é essa Covid

  • por Sentindo vergonha alheia, em 18.01.2022 às 07:00

    Como está difícil fazer essa casta de esquerdistas voltar ao batente para fazer jus ao salário que recebe do pagador de impostos.Cada dia é uma coisa: Quando vacinarem todas as crianças vão querer que vacinem os gatos, os cachorros e os pássaros de estimação .... até lá vão continuar com o mantra do fica em casa.

  • por Marina Vicente, em 14.01.2022 às 23:19

    Realmente está difícil entender! Há um pouco tempo atrás para ser admitido em um trabalho, um dos documentos necessários, obrigatórios, era a apresentação da carteirinha de vacinas dos filhos. E hj assistimos toda essa situação sem opinar, sem fazer quase nada! O que está acontecendo?

  • por Mãe de Aluno, em 14.01.2022 às 16:43

    Na constituição seus ignóbeis! Que é a lei maior e dela emana todas as Estadual e Municipal. O resto é de resto é coisa da turma do fica em recebendo sem trabalhar.

  • por Rodrigo, em 14.01.2022 às 15:41

    Até porque seria o cúmulo exigir comprovante de vacinação de crianças se a nobre gestora liberou festas até não poder mais no final de ano.

  • por MOSSUETO, em 14.01.2022 às 14:48

    ONDE VAI FICAR A PROTEÇÃO DA MAIORIA, QUE COM CERTEZA IRÃO VACINAR, E MISTURAR COM A MINORIA QUE COM CERTEZA, TEREMOS ALGUNS BOLSONARISTA QUE NÃO IRÃO VACINAR OS SEUS FILHOS E AI A MAIORIA SERÁ PREJUDICADA POR UMA MINORIA?

  • por Luana, em 14.01.2022 às 12:02

    Um absurdo não exigir. De certo a saúde pública tem disponibilidade para atender todos os doentes. Se meu filho vacinado for contaminado na escola, processo o município, uma vez que está deixando a vontade a escolha dos país e não garantindo a saúde coletiva no ambiente escolar.

  • por Nei Sceufer Oliver, em 14.01.2022 às 10:53

    Uma arbitráriedade de cunho ditatorial. Isso vi contra a LDB/ 1996 e ECA uma gestora quando se toma esse tipo de atitude está embasado em qual documento? Algum conhecedor da Lei pode explicar?

 
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