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26/04/2017 - 08:05

TJD pune Operário e Cacerense se mantém na primeira divisão

Por GloboEsporte.com

Lucas de Senna/TVCA

Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso, TJD-MT (Crédito: Lucas de Senna/TVCA)

Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso, TJD-MT

O Operário VG está rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Mato-Grossense e o Cacerense salvo da queda.

A equipe de Várzea Grande perdeu seis pontos pela escalação irregular do volante Lê na primeira rodada do estadual - vitória por 3 a 2 sobre o Mixto.

Por unanimidade, o Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso (TJD-MT) julgou e puniu o Tricolor além de aplicar multa de R$ 500. Com isso, o time ficou em último lugar com apenas um ponto (havia somado sete) e beneficiou o Cacerense que antes era o rebaixado do Grupo A.

A equipe de Cáceres foi quem denunciou o Operário VG e com a punição fechou a primeira fase em quarto colocado com três pontos. A defesa do Operário VG afirmou que vai recorrer da decisão, mas até outro julgamento o time está na Segunda Divisão do Campeonato Mato-Grossense.

O caso é idêntico ao do União que também perdeu seis pontos pela escalação irregular de jogadores, mas no caso do Colorado o time perdeu "apenas" a vaga na semifinal para o Dom Bosco.

Com o rebaixamento, a elite do futebol mato-grossense fica sem os "Operários". No grupo B, o Operário FC também foi rebaixado sem nenhuma vitória no torneio.

Entenda o caso do Tricolor

A procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso (TJD-MT) pediu a perda de 37 pontos do Operário Várzea-grandense e multa de R$ 10 mil, no recurso formulado pelo Cacerense que acusou o Chicote da Fronteira de ter relacionado o volante Lê de forma irregular na primeira rodada do Campeonato mato-grossense. O atleta foi expulso na final do Mato-Grossense 2016 quando ainda atuava pelo Sinop e deveria ter cumprido a suspensão no campeonato subsequente.

O atleta não entrou em campo na vitória do Operário VG por 3 a 2 diante do Mixto, no dia 29 de janeiro, mas de acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), basta o jogador estar relacionado para ser considerado irregular.

A procuradoria utilizou o Art. 214 do CBJD, que pede perda de três pontos mais os pontos conquistados na partida. De fato, o atleta foi relacionado e ficou no banco de reservas.
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  • por ROBSON, em 26.04.2017 às 20:54

    Queremos ver futebol, ganhar no tapetão não tem graça nenhuma.

 
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