Artigos / Wilson Fuá

09/05/2020 - 10:21

Dona Agostinha uma grande cacerense

            Faleceu nesta sexta-feira 08/05, com 103 anos, uma guerreira  e amada cacerense, a querida  Dona Agostinha da sete de setembro.
         
Dona Agostinha uma pessoa especial que ama a vida, e tinha a personalidade forte e com grande  liderança,  dedicou a sua vida assumindo uma família, com o falecimento do esposo ainda jovem,  e consegui mantê-la unida sob a sua vigilância e carinho.
       
Dona Agostinha Cacerense de uma  fé infinita,  fazia o seu terço a Santa Imaculada Conceição como uma forma de esperança a todos, e dessa devoção aproximava a família que reunida em todos os dias 08 de dezembro, e nos ensinava que “sem fé a vida não tem valor”, e encerrava a  novena com uma festa, onde ela   repartia sua felicidade como todos nós.
     
Todo dia 28 de maio, não é uma dia  qualquer, era o dia do CENTENÁRIA Dona Agostinha, toda a família reunia para fazer a  festa, porque a celebração  do seu amor pela vida, fazia com que ela reunia mais e mais força para  vencer o tempo.
   
   Como era bom estar com ela, com isso, recebi muitas  experiências de vida, ela foi minha professora do “bem viver e bem querer”, sempre disposta a profetizar esperanças, e afirmava sempre: “ vai dar tudo certo, minha Nossa Senhora Imaculada Conceição vai lhe ajudar, vamos acender uma vela para ela.”
        
    Quantas histórias, quantos “causos”, engraçados e alguns tristes,  que ela me contou, e um dia vou transformar em  escritos para a família RONDON, por exemplo: Como capar Galos;  O Benzedor do Caramujo; Os revoltosos e o Titão; são tantas histórias maravilhosas.
       
  Dona Agostinha, passei a fazer parte da sua vida por 37 anos, e principalmente pelo amor a sua filha Lolinha, e pela aproximação com toda a sua família e pela admiração e  amor que tenho pela Senhora Dona Agostinha, um exemplo de vida, um exemplo de amor e fé, desejo que Deus a receba na morada eterna, ficará a saudade pela sua grandeza e sua falta  será grande para aqueles que aprenderam a amá-la, nossa querida Dona Agostinha.
        
Vai com Deus e descanse em paz, a minha sogra, fica meu carinho e admiração pelo seu exemplo de vida.
Wilson Fuá

por Wilson Fuá

É Especialista em Recursos Humanos e Relações Políticas e Sociais
wilsonfua@gmail.com
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